Foto:
Paulo Gonçalves, o blogue, viajaredescobrir.blogspot.pt
Não há nada escondido que não venha a ser revelado, nem oculto que não venha a ser conhecido. Pois nada está oculto, senão para ser divulgado; e nada está mantido em secreto, senão para ser trazido à luz…
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Bom Dia Alentejo, o Alentejo, a terra de Grândola, o Monumento à Declaração Universal dos Direitos do Homem
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segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Bom Dia Alentejo, Ourique, Topónimo de Ourique, a uma viagem ao centro
É uma forma moçárabe do visigodo Auricus.
David Lopes escreveu:
“OURIQUE, provavelmente, é o nome
germânico Auricus arabizado, e por
isso imobilizado, nessa forma”. Noutros topónimos portugueses – Origo, Oriz, Ourigo, Ouril, Ourilhe e Ourilho –
parece haver um elemento inicial proveniente duma raiz comum, o que permitirá
aproximar morfologicamente todos esses nomes.
Dos Topónimos e Gentílicos, de Xavier
Fernandes, Vol. II (1944 – Pág.. 345
Segundo se vê nos Vestígios de Língua
Arábica, obra interessante de Fr. João de Sousa, vem do árabe Orique.
Pinho Leal, que sabia tanto de árabe como eu, de depois de citar a Évora Gloriosa, que dá como etimologia
de OURIQUE o ouro proveniente das
minas auríferas que abundavam (?) no Campo
d`Ourique diz que OURIQUE vem de Orik, nome que os árabes deram ao
dito campo depois da batalha. – que Orik
é palavra árabe e significa infortúnio,
adversidade, desgraça, etc.
Desbancou a sábio arabista Sousa e conclui dizendo – “não se sabe se o nome
que Ourique teve antes da grande
batalha”.
Herculano também diz, ou parece dizer, que os árabes denominavam o dito
campo Orik.
Na minha opinião OURIQUE é
vocábulo godo, não árabe, e vem de Honoriqui
ou Honoriquizi, patronímico de Honoricus, í, nome pessoal germânico, na idade média vulgar entre nós, que deu
Ourique no Alentejo, em Lisboa,
Penela, Formoselha ou Montemor-o-Velho.
Deu também Honorgio, antigo nome
pessoal, Origo, aldeia, - Ourigo, nome dum sítio da praia da Foz,
- Oriz, nome de várias povoações, e
freguesias nossas. – Adrigo, povoação
e freguesia do Alto Douro, - e Adourigo,
povoação nossa também.
Da Tentativa Etimológica Toponímica, de
Pedro Augusto Ferreir, Vol. I (1907) – Pág. 235.
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Bom Dia Alentejo, a terra do Campinho, o Aeródromo do Campinho, o Concelho de Reguengos de Monsararaz
Fonte:
roteiro.apau.org/zp_campinho.html
Compadres
e minhas comadres, a vossemecês se dirá, a Pista do Campinho. Que sabeis pois,
ela fica a 1km a SE do
Campinho e que no concelho de Reguengos de Monsaraz.
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quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Bom Dia Alentejo, vila de Barbacena, as Floreiras, a graça que ainda muito lhe dá
Em Barbacena,
compadres e minhas comadres, uma das floreiras em forma de taça, que se dirá, que
ornamentam a estrada principal da mui nobre vila de Barbacena..
Estas floreiras, elas
costumavam ter flores. Que compadres e minhas comadres, que vossemecês
ainda não sabeis assim bem, a graça que ainda lhe dá e que lhe dava…
Fonte: Facebook,
Barbacena, a VILA
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Bom Dia Alentejo, Ponte Medieval, terra de Albergaria dos Fusos, o concelho de Cuba
Foto:
FacebooK, Albergaria dos Fusos em imagens
Foto: forumbtt.net
Foto: pt.worldmapz.com/
Localização Perto de
Albergaria dos Fusos uma ponte medieval no concelho de Cuba.
Ponte de tijolo, de arco quebrado, de feição medieval, situada a Norte
da Ermida de Nossa Senhora do Outeiro., 38° 16' 12.04" N 7° 54' 54.72" W
sábado, 8 de outubro de 2016
Bom Dia Alentejo, Museu, Póvoa e Meadas, Museu Agrícola de Póvoa e Meadas
Despacho de
doação do terreno foi publicamente assinado pelo Presidente da Câmara Municipal
de Castelo de Vide António Pita e pelo Presidente do Lar da 3ª Idade de N.ª
Sr.ª da Graça de Póvoa e Meadas Joaquim Belo.
Espaço
museológico agrícola, - compadres e minhas comadres - ele localizado no terreno
próximo do Lar da 3ª Idade de N.ª Sr.ª da Graça de Póvoa e Meadas, ele foi
inaugurado na manhã de 25 de abril de 2016.
Edifício e
terreno, a vossemecês se dirá, envolvente ao Lar, pela Câmara Municipal de
Castelo de Vide foram adquiridos, e
agora, doados à instituição para a concretização do seu novo projeto: a
construção de um novo edifício complementar ao Lar, de modo a satisfazer as
exigências da atual lei, relativas às condições necessárias das infraestruturas
de IPSS.
Fonte: www.castvide.pt
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Bom Dia Alentejo, Monte da Pedra, a Vila do Sourinho, a uma partida para o Monte da Pedra
Já tínhamos
falado, assim compadres e minhas queridas comadres, assim do Monte da Pedra e
de uma povoação com o nome de Sourinho (http://aletradeumalentejo.blogspot.pt/2014/06/bom-dia-alentejo-monte-da-pedra.html#.V_gdP1gVBdg).
Hoje voltamos – assim se dirá a vossemecês - e lhe damos um pouco mais de prosseguimento…
Hoje voltamos – assim se dirá a vossemecês - e lhe damos um pouco mais de prosseguimento…
Fonte: André Carneiro, ''Lugares, tempos e pessoas: povoamento rural romano no Alto Alentejo'' - vol. II
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Bom Dia Alentejo, Ferreira do Alentejo, Brasão, Brasão de Ferreira do Alentejo
Afirma a tradição
popular, compadres e minhas comadres, afirma a tradição popular que por volta
do século IV, na zona onde hoje se ergue o povoado de Ferreira do Alentejo,
existia uma exuberante e próspera cidade romana e que se chamava Singa.
Essa cidade, ela seria
contudo atacada, por volta de 405 da era cristã, por povos bárbaros, os suevos
e os godos, que teriam sido detidos pela valentia de uma valorosa mulher. Essa
mulher, esposa de um ferreiro, terá defendido a porta do castelo com dois
malhos.
Facto este, até hoje traz algumas dúvidas e que ele não pôde ser confirmado cientificamente, deu imagem ao Brasão da vila, desta Ferreira do Alentejo, no qual figura uma mulher com um malho em cada mão.
Facto este, até hoje traz algumas dúvidas e que ele não pôde ser confirmado cientificamente, deu imagem ao Brasão da vila, desta Ferreira do Alentejo, no qual figura uma mulher com um malho em cada mão.
Foto:
TMPinho, skyscrapercity.com
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
Bom Dia Alentejo, Menir do Outeiro, Reguengos de Monsaraz, a terra alentejana de sempre fértil
O Menir do Outeiro ou do Penedo Comprido, mes compadres e minhas comadres,
e vamos a isto, a este Alentejo, Menir assentou arraiais e suas bagagens, eu
vos direi a vossemecês compadres, a cinco quilómetros da mui bonita vila de
Monsaraz.
O maroto, ele esteve assim deitado, assim num estado de muita sonolência, e
pois que em Agosto de 1969 o puseram em pé ou ele, ou o maroto ele é que se pôs
em pé.
Que a história da sua vida se poderá assim dizer mes compadres, se poderá
dizer, ele foi descoberto em 1969 por Henrique Leonor Pina e José Pires
Gonçalves, o encontraram derrubado no solo. Ai pois que por sua iniciativa e
amor a um passado a este Alentejo, menir que seria restaurado e reerguido ainda
durante essa década
No vértice, monumento que é citado, o meato da uretra masculina que é
representada. Assim oito toneladas de peso total mês compadres e minhas
comadres. Assim oito toneladas…
A morfologia, a que é dada à fálica do dito, ela se manda para os cinco
metros e sessenta de altura, assim mes compadres e comadres, diâmetro que lhe apresenta um metro, se poderá
dizer, um pouco muito avantajada.
Dita corpulência, compadre que diz a vossemecês, ela assim encorpada, nos
inícios do quarto e meados do terceiro milénio antes de Cristo, assim a
enquadrar-se no intervalo cronológico do denominado “universo megalítico
eborense”.
E que fora da vadia pois que lhe dando o seguimento, Outeiro mes compadres
e minhas comadres, fica situado a 15 km de Reguengos de Monsaraz e a 5 de
Monsaraz.
Ai e pois que da aldeia do Outeiro se vos dirá também, que diz-se, diz-se
que há muito tempo, a dita era perto da actual aldeia, e tinha como nome aldeia
dos Gomes, com o passar do tempo a população começou a mudar-se para o cabeço,
e daí o nome de aldeia do outeiro…
Na região, pois que lá nela e pelos locais, este menir, Penedo Comprido é
como é conhecido.
Fonte:
http://eb23rm.net/gentes-lugares-patrimonios/outeiro/outeiro.htm
; http://www.infopedia.pt/$menir-do-outeiro
domingo, 24 de julho de 2016
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Bom Dia Alentejo, Mês, o Mês do Ano, a provérbio e o adágio fica
Em Abril, mau é
descobrir.
Abril: águas mil, quantas mais puderem vir.
Em Abril, águas mil, coadas por um mandil.
A água que no Verão há-de regar em Abril e Maio há-de ficar.
Abril molhado, ano abastado.
Se não chove em Abril, perde o lavrador couro e quadril.
Seca de Abril deixa o lavrador a pedir.
Abril frio: pão e vinho.
Em Abril, queimou a velha o carro e o carril; e uma cambada que ficou em Maio a queimou.
Abril: águas mil, quantas mais puderem vir.
Em Abril, águas mil, coadas por um mandil.
A água que no Verão há-de regar em Abril e Maio há-de ficar.
Abril molhado, ano abastado.
Se não chove em Abril, perde o lavrador couro e quadril.
Seca de Abril deixa o lavrador a pedir.
Abril frio: pão e vinho.
Em Abril, queimou a velha o carro e o carril; e uma cambada que ficou em Maio a queimou.
Abril frio e molhado,
enche o celeiro e farta o gado.
Abril, Abril, está cheio o covil.
Em Abril queima a velha o carro e o carril.
Em Abril, cada pulga dá mil.
Em Abril, lavra as altas, mesmo com água pelo machil.
Em Abril, vai onde deves ir, mas volta ao teu cuvil.
Abril, Abril, está cheio o covil.
Em Abril queima a velha o carro e o carril.
Em Abril, cada pulga dá mil.
Em Abril, lavra as altas, mesmo com água pelo machil.
Em Abril, vai onde deves ir, mas volta ao teu cuvil.
Maio hortelão: muita palha e pouco grão.
Maio pardo faz o ano farto.
Maio pardo e Junho claro podem mais que os bois e o carro.
Fraco é o Maio se o boi não bebe na pegada.
Fraco é o Maio que não rompe uma croça.
Guarda para Maio o teu melhor saio.
Em Maio, comem-se as cerejas ao borralho.
Maio couveiro não é vinhateiro.
Maio frio e Junho quente: bom pão, vinho valente.
Maio hortelão, muita palha e pouco grão.
Maio pardo e ventoso faz o ano formoso.
Maio pardo faz o ano farto.
Maio pardo e Junho claro podem mais que os bois e o carro.
Fraco é o Maio se o boi não bebe na pegada.
Fraco é o Maio que não rompe uma croça.
Guarda para Maio o teu melhor saio.
Em Maio, comem-se as cerejas ao borralho.
Maio couveiro não é vinhateiro.
Maio frio e Junho quente: bom pão, vinho valente.
Maio hortelão, muita palha e pouco grão.
Maio pardo e ventoso faz o ano formoso.
As favas, Maio as dá,
Maio as leva.
Em Maio, já a velha aquece o palácio.
Em Maio, nem à porta de casa saio.
Em princípio de Maio, corre o Lobo e o Veado.
Em Maio, já a velha aquece o palácio.
Em Maio, nem à porta de casa saio.
Em princípio de Maio, corre o Lobo e o Veado.
Quando Maio chegar,
quem não arou tem de arar.
Sol de Junho amadura tudo.
Chuva de Junho: peçonha do mundo.
Chuva de Junho: mordedura de víbora.
Chuva junhal: fome geral.
Junho chuvoso: ano perigoso.
Enxame de Junho nem que seja como punho.
Em Junho, foice no punho.
Em Junho, perdigotos como punho.
Feno, alto ou minguado, em Junho é segado.
Junho calmoso, ano
formoso.
Junho floreiro, paraíso verdadeiro.
Junho, dorme-se sobre o punho.
Junho floreiro, paraíso verdadeiro.
Junho, dorme-se sobre o punho.
Julho quente, seco e
ventoso: trabalha sem repouso.
Em Julho, prepara o vasculho.
Em Julho, ceifa o trigo e faz o debulho. E, em o vento soprando, vai-o limpando.
Em Julho, reina o gorgulho.
Não há maior amigo do que Julho com seu trigo.
Por todo o mês de Julho, o meu celeiro entulho.
Julho abafadiço: abelhas no cortiço.
Chuva de Julho que não faça barulho.
Por muito que Julho queira ser, pouco há-de chover.
Em Julho, prepara o vasculho.
Em Julho, ceifa o trigo e faz o debulho. E, em o vento soprando, vai-o limpando.
Em Julho, reina o gorgulho.
Não há maior amigo do que Julho com seu trigo.
Por todo o mês de Julho, o meu celeiro entulho.
Julho abafadiço: abelhas no cortiço.
Chuva de Julho que não faça barulho.
Por muito que Julho queira ser, pouco há-de chover.
Água de Julho, no rio
não faz barulho.
Agosto nos farta,
Agosto nos mata.
Quem em Agosto ara, riqueza prepara.
Quem não debulha em Agosto debulha com mau gosto.
Quem malha em Agosto malha contra gosto.
Chuva em Agosto enche o tonel de mosto.
Chuva em Agosto: açafrão, mel e mosto.
Quando chove em Agosto, chove mel e mosto.
Agosto amadurece, Setembro vindimece.
Agosto tem culpa se Setembro leva a fruta.
Em Agosto, toda a fruta tem gosto.
Temporã é a castanha que em Agosto arreganha.
Seja o ano que for, Agosto quer calor.
Se queres o teu homem morto, dá-lhe couves em Agosto.
Em Agosto, ardem os montes; em Setembro, secam as fontes.
Em Agosto, candeeiro posto.
Em Agosto, frio no rosto.
Quem em Agosto ara, riqueza prepara.
Quem não debulha em Agosto debulha com mau gosto.
Quem malha em Agosto malha contra gosto.
Chuva em Agosto enche o tonel de mosto.
Chuva em Agosto: açafrão, mel e mosto.
Quando chove em Agosto, chove mel e mosto.
Agosto amadurece, Setembro vindimece.
Agosto tem culpa se Setembro leva a fruta.
Em Agosto, toda a fruta tem gosto.
Temporã é a castanha que em Agosto arreganha.
Seja o ano que for, Agosto quer calor.
Se queres o teu homem morto, dá-lhe couves em Agosto.
Em Agosto, ardem os montes; em Setembro, secam as fontes.
Em Agosto, candeeiro posto.
Em Agosto, frio no rosto.
Em Agosto, antes
vinagre do que mosto.
Em Agosto, nem vinho nem mosto.
Em Agosto, Sardinhas e mosto.
Em Agosto, nem vinho nem mosto.
Em Agosto, Sardinhas e mosto.
Em Setembro, ardem os
montes, secam-se as fontes
Setembro, ou seca as
fontes ou leva as pontes.
Em Setembro tem Deus
a mesa posta.”
Em Setembro, andando
e comendo.
Se em Setembro a
cigarra cantar, não compres trigo para guardar.
Em Setembro, cara de
poucos amigos e manhã de figos.
Para vindimar deixa o
Setembro acabar.
Em Setembro planta,
colhe e cava que é mês para tudo.
Agosto tem a culpa, e
Setembro leva a fruta.
Nuvens em Setembro:
chuva em Novembro e neve em Dezembro.
Em Outubro sê
prudente: guarda pão, guerra semente.
Em Outubro, o fogo ao rubro.
Em Outubro, paga tudo.
Em Outubro, o fogo ao rubro.
Em Outubro, paga tudo.
Logo que Outubro
venha, procura a lenha.
Outubro meio chuvoso,
torna o lavrador venturoso.
Outubro quente traz o diabo no ventre.
Outubro suão, negaças de Verão.
Outubro quente traz o diabo no ventre.
Outubro suão, negaças de Verão.
Outubro, vaca para o
palheiro e porco para o outeiro.
Em Outubro, o lume já
é amigo.
Em Outubro, semeia,
cria e terás alegria.
Quando Outubro for
erveiro, guarda para Março o palheiro.
Se em Outubro te
sentires gelado, lembra-te do gado.
Simão (Outubro) favas
no chão.
Em Novembro, prova o
vinho e planta o cebolinho.
Tudo em Novembro guardado,
ou em casa ou enterrado.
Cava fundo em
Novembro para plantares em Janeiro.
Dezembro com Junho ao
desafio, traz Janeiro frio.
Dezembro frio, calor no estilo.
Dezembro frio, calor no estilo.
Em Dezembro, treme de
frio cada membro.
Em Dezembro corta
lenha e dorme.
Em Dezembro descansa,
em Janeiro trabalha.
Janeiro fora, cresce
uma hora.
Janeiro geoso e Fevereiro chuvoso fazem o ano formoso.
Janeiro molhado, se não cria o pão, cria o gado.
Janeiro molhado, se não é bom para o pão, não é mau para o gado.
Janeiro quente, traz o Diabo no ventre.
Janeiro tem uma hora por inteiro.
A vinte de Janeiro, uma hora por inteiro e quem bem souber contar, hora e meia lhe há-de achar...
Janeiro geoso e Fevereiro chuvoso fazem o ano formoso.
Janeiro molhado, se não cria o pão, cria o gado.
Janeiro molhado, se não é bom para o pão, não é mau para o gado.
Janeiro quente, traz o Diabo no ventre.
Janeiro tem uma hora por inteiro.
A vinte de Janeiro, uma hora por inteiro e quem bem souber contar, hora e meia lhe há-de achar...
Em Janeiro uma hora
por inteiro e, quem bem olhar, hora e meia há-de achar.
Da flor de Janeiro, ninguém enche o celeiro.
Da flor de Janeiro, ninguém enche o celeiro.
Em Janeiro saltinho
de carneiro.
Em Janeiro sobe ao outeiro; se vires verdejar, põe-te a chorar, se vires nevar, põe-te a cantar.
Em Janeiro, cada Ovelha com seu Cordeiro.
Em Janeiro, nem Galgo lebreiro, nem Açor perdigueiro.
Em Janeiro, seca a Ovelha no fumeiro.
Em Janeiro, sete capelos e um sombreiro.
Em Janeiro, um Porco ao sol e outro ao fumeiro.
Em Janeiro sobe ao outeiro; se vires verdejar, põe-te a chorar, se vires nevar, põe-te a cantar.
Em Janeiro, cada Ovelha com seu Cordeiro.
Em Janeiro, nem Galgo lebreiro, nem Açor perdigueiro.
Em Janeiro, seca a Ovelha no fumeiro.
Em Janeiro, sete capelos e um sombreiro.
Em Janeiro, um Porco ao sol e outro ao fumeiro.
Luar de Janeiro não
tem parceiro; mas lá vem o de Agosto que lhe dá no rosto.
Quem em Janeiro
lavrar, tem sete pães para o jantar.
A água de Janeiro,
vale dinheiro.
Ao luar de Janeiro,
se conta dinheiro.
Em Janeiro, um porco
ao sol outro no fumeiro.
Os bons dias em
Janeiro vêm-se a pagar em Fevereiro.
Se queres ser bom
ervilheiro, semeia no crescente de Janeiro.
Janeiro greleiro, não
enche o celeiro.
Em Janeiro sobe ao
outeiro. Se vires verdejar, põe-te a chorar. Se vires terrear põe-te a cantar.
Ao minguante de
Janeiro, corta o madeiro.
Não há luar como o de
Janeiro, nem amor como o primeiro.
Bons dias em Janeiro
enganam o homem em Fevereiro.
Chuva em Janeiro e
sem frio, vai dar riqueza ao Estio.
No mês de Janeiro
sobe ao outeiro para ver o nevoeiro.
Pescada de Janeiro,
vale carneiro.
Sol de Janeiro,
sempre baixo no outeiro.
Trovoada em Janeiro,
nem bom prado, nem bom palheiro.
Em Janeiro, acende a
fogueira e senta-te à lareira.
Calça branca em
Janeiro é sinal de pouco dinheiro.
Janeiro molhado, se
não cria pão, cria o gado.
Se para a tua casa
precisas de madeiro corta-o em Janeiro.
Em Janeiro mete
obreiro.
Janeiro bom para a
vaca, é mau para saca.
Secura de Janeiro
riqueza do rendeiro.
Pintainho de Janeiro,
vai com a mãe ao poleiro.
Janeiro frio e
molhado. Enche o celeiro e farta o gado.
Trovão em Janeiro,
nem bom prado nem bom palheiro.
Janeiro geadeiro.
Não há luar como o de
Janeiro nem sol como o de Agosto.
Em Janeiro, os dias
têm saltos de carneiro.
Em Janeiro veste pele
de carneiro.
Água de Fevereiro,
mata o Onzeneiro.
Ao Fevereiro e ao
rapaz, perdoa tudo quanto faz.
Em Fevereiro,
chega-te ao lameiro.
Em Fevereiro, chuva; em Agosto, uva.
Em Fevereiro, chuva; em Agosto, uva.
Fevereiro é dia, e
logo é Santa Luzia.
Fevereiro enxuto, rói mais pão do que quantos ratos há no mundo.
Fevereiro quente, traz o diabo no ventre.
Fevereiro recouveiro, afaz a perdiz ao poleiro.
Fevereiro enxuto, rói mais pão do que quantos ratos há no mundo.
Fevereiro quente, traz o diabo no ventre.
Fevereiro recouveiro, afaz a perdiz ao poleiro.
Neve em Fevereiro,
presságio de mau celeiro.
Quando não chove em
Fevereiro, nem prados nem centeio.
Neve em Fevereiro,
presságio do mau celeiro.
Para parte de Fevereiro, guarda a lenha no quinteiro.
Em Fevereiro põe o teu fumeiro.
O tempo de Fevereiro enganou a mãe ao soalheiro.
Aveia de Fevereiro enche o celeiro.
Em Fevereiro neve e frio; é de esperar calor no estio.
Em Fevereiro põe o teu porquinho ao sol.
Em Fevereiro mata o teu carneiro.
Fevereiro trocou dois dias por uma tigela de papas.
Fevereiro coxo, em seus dias vinte e oito.
Fevereiro é o mais curto mês e o menos cortês.
Em Fevereiro, no 1º jejuarás, no 2º guardarás, no 3º dia de S. Brás.
Para parte de Fevereiro, guarda a lenha no quinteiro.
Em Fevereiro põe o teu fumeiro.
O tempo de Fevereiro enganou a mãe ao soalheiro.
Aveia de Fevereiro enche o celeiro.
Em Fevereiro neve e frio; é de esperar calor no estio.
Em Fevereiro põe o teu porquinho ao sol.
Em Fevereiro mata o teu carneiro.
Fevereiro trocou dois dias por uma tigela de papas.
Fevereiro coxo, em seus dias vinte e oito.
Fevereiro é o mais curto mês e o menos cortês.
Em Fevereiro, no 1º jejuarás, no 2º guardarás, no 3º dia de S. Brás.
Aí vem o meu irmão
Março, que fará o que eu não faço.
Bons dias em Janeiro, enganam o homem em Fevereiro.
A Fevereiro e ao rapaz perdoa tudo quanto faz, se Fevereiro não for secalhão e o rapaz não for ladrão.
Em Fevereiro chuva, em Agosto uva.
Bons dias em Janeiro, enganam o homem em Fevereiro.
A Fevereiro e ao rapaz perdoa tudo quanto faz, se Fevereiro não for secalhão e o rapaz não for ladrão.
Em Fevereiro chuva, em Agosto uva.
Lá vem Fevereiro, que
leva a orelha e o carneiro.
Quando não chove em Fevereiro, nem bom prado, nem bom palheiro.
Chuva de Fevereiro vale por estrume.
Quando não chove em Fevereiro, nem bom prado, nem bom palheiro.
Chuva de Fevereiro vale por estrume.
Páscoa em Março, ou
fome ou mortaço.
Enxame de Março apanha-o no regaço.
Março zangado é pior que o diabo.
Em Março, onde quer passo.
Março liga a noite com o dia, o Manel co'a Maria, o pão com o pato e a erva com o sargaço.
Nasce a erva em Março, ainda que lhe dêem com o maço.
Sol de Março queima a dama no paço.
Enxame de Março apanha-o no regaço.
Março zangado é pior que o diabo.
Em Março, onde quer passo.
Março liga a noite com o dia, o Manel co'a Maria, o pão com o pato e a erva com o sargaço.
Nasce a erva em Março, ainda que lhe dêem com o maço.
Sol de Março queima a dama no paço.
Em Março, chove cada
dia um pedaço.
Março, Marçagão, de
manhã Inverno à tarde Verão
Março duvidoso, S.
João farinhoso.
Em Março, esperam-se
as rocas e sacham-se as hortas.
Em Março, tanto durmo como faço.
Em Março, tanto durmo como faço.
Quando vem Março
ventoso, Abril sai chuvoso.
segunda-feira, 11 de julho de 2016
Bom Dia Alentejo, de uma Viana do Alentejo, o Topónimo de Viana do Alentejo, a uma terra dos Galgos
Pretendem vários escritores que foram os galos celtas que a fundaram alguns séculos antes do nascimento de Cristo. E acrescentam que, em memória da cidade de Viena sua pátria, lhe deram o mesmo nome.
(De As cidades e Vilas da
Monarchia Portugueza, que têm brasões d`Armas – por J. Vilhena Barbosa, Lisboa, 1862 – Vol. III –
Pág. 126).
A meia vertente da serra do seu nome, entre azinhais e oliveiras,
localiza-se o casario da antiga VIANA DE
A PAR DE ALVITO, hoje a vila concelhia de VIANA DO ALENTEJO, incorpada no distrito administrativo de Évora……………
A VIANA acrescentou-se o
determinativo DO ALENTEJO, indicativo
da respectiva província e que a distingue, na denominação da cidade capital do
Alto Minho.
(Dos Topónimos e Gentílicos, de
Xavier Fernandes, Vol. II – 1943 – Pág. 391).
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