sábado, 5 de março de 2016

Bom Dia Alentejo, a Vidigueira, Frescos, Frescos na Casa da Família Barahona

 
 
 
 
 
A casa da família Barahona merece aqui uma menção especial, por conter algumas obras de arte que parece absolutamente dignas de nota. Trata-se de pinturas a fresco que cobrem as paredes de duas salas e se encontram de maneira geral bastante bem conservadas.
Infelizmente estas pinturas, – compadres e minhas comadres-, estas pinturas, não foram ainda segundo crê, estudadas por nenhum especialista ou pelo menos não se conhece nenhum trabalho em que lhes seja feita referência.

Bom Dia Alentejo, terra de Mourão, a Praça de Touros, a Praça Doutor Libanio Esquivel


A praça de toiros de Mourão foi inaugurada no dia 23 de Abril de 1922, com um cartel onde pontificava o matador de toiros espanhol Júlio Conde «El Emeritense», e o cavaleiro amador Inácio Galego.
Anunciava-se ainda «um valente e destemido grupo de forcados», e os bandarilheiros amadores José Agostinho Manta, Agostinho Tubal Carvalho, Carlos Ravasco, José Augusto Roque e Francisco Fernandes. Os oito toiros lidados, eles ostentavam o ferro do Drº Libânio Esquível.
O programa inaugural anunciava que o matador Júlio Conde, estoquearia no final do festejo um «bravíssimo toiro de cinco anos anos», gentilmente oferecido pela senhora D. Hermínia Ramalho Esquível, a Nossa Senhora das Candeias, para cujos cofres revestia o produto da venda da sua carne. (…)
 
Foto: Guia da Cidade, www.getportugal.com
Nesse ano de 1922, e com motivo da inauguração da praça de toiros, as festas em honra de N.ª Senhora das Candeias foram transferidas para Abril, para que a festa fosse só uma.
A praça, mandada construir num descampado dos subúrbios da vila pelo lavrador e ganadeiro mouranense Dr. Libânio Esquível, tem capacidade para cerca de 2000 pessoas, possui um primeiro anel com sete filas de bancadas, com lugares de sombra e sol, e num plano superior, sob arcaria em todo o seu perímetro, camarotes na sombra e lugares de peão ao sol. (…)
A praça de toiros de Mourão – mes compadres e minhas comadres -, é actualmente propriedade do Abrigo Infabtil, instituição à qual foi doada por D. Hermínia Esquível, irmã do homem que fez erguer, o Dr.º Libânio Esquível.

terça-feira, 1 de março de 2016

Bom Dia Alentejo, Fonte, Fonte das Seis Bicas, a terra do Alandroal


A mas ao fundo de uma rua desta terra, desta terra de Alandroal, compadres e minhas comadres uma rua com as cores das laranjeiras, ergue-se a Fonte da Vila, com a idade do séc. XVIII, de mármore branco, a que os compadres eles prestam uma homenagem a ela, assim do tipo em uma quadra:
“Linda cidade de Elvas/ Tem Badajoz defonte/ Mais bonito é Landroal/ Que tem seis bicas na fonte”.
A mas que venham lá daí compadres e minhas comadres, a mas que venham lá daí…
 
Localiza-se esta fonte, num ponto central da vila do Alandroal, na Praça da República, onde se realizam também os mercados periódicos.
Tem  arquitectura barroca compadres, possui um brasão do século XVIII, ladeado por duas esculturas, cada uma com uma inscrição.
Pois que na da esquerda está inscrito “Aqui chora Tetis: Para que te lastimas, viandante sitibundo? Ela que te ama verte lágrimas para que te rias. Bebe", enquanto na direita pode ler-se “Aqui o Deus que reina sobre as águas abriu as bocas do mar para que fuja do peito a cruel sede de Tântalo".
As seis bicas da fonte, compadres e minhas comadres,  representadas por cabeças de leões, denominam-se por Bica das Feiticeiras, Santo António, Reis, Namorados, São Pedro e São João.
Fonte: acasadoconhecimento.blogs.sapo.pt

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Bom Dia Alentejo, Flor da Rosa, Coreto de Flor da Rosa, a que uma aldeia no concelho do Crato

 

Tivemos pena.
Compadres e minhas comadres, o compadre diz a vossemecês, ele teve mesmo muita pena. Não conseguiu um compadre, - que terrível lá fogo - ele arranjar informação sobre a história do mesmo.
Mas compadre pensa, ele diz a vossemecês, é de uma construção muita recente, a história lá deste coreto…
Foto: entretejodiana.blogs.sapo.pt/tag/coretos

Bom Dia Alentejo, Odemira, Moinho de Odemira, 1874 a data

 
 


É pois compadres e minhas comadres, no Cerro dos Moinhos Juntos, pode-se observar o Moinho de Vento de Odemira, que pelo seu valor paisagístico, ele  constitui um verdadeiro ex-libris da vila de Odemira.
#drop-caps-56d3a5c4d5ead {background-color:#236e79 !important;}#drop-caps-56d3a5c4d5ead {padding:12px !important;}#drop-caps-56d3a5c4d5ead {color:#ffffff !important;}#drop-caps-56d3a5c4d5ead {fEste moinho, que provavelmente data de 1874, foi adquirido pela Câmara Municipal de Odemira em 1989. Depois de restaurado, foi contratado um moleiro para que o moinho voltasse a laborar de forma tradicional, sendo usado actualmente pela população local que aí pode comprar farinha ou moer grão, pagando pelo serviço uma maquia de 15% sobre a quantidade do cereal.
Os potenciais pedagógicos e turísticos do moinho têm vindo a ser valorizados pela autarquia, sendo muitas vezes utilizado para visitas de estudo e elaboração de trabalhos de alunos de vários estabelecimentos de ensino.
Para visitas de grupo ou ao fim-de-semana, é necessário contactar as secções da Cultura ou Turismo da Câmara Municipal de Odemira…
Fonte: Câmara Municipal de Odemira

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Bom Dia Alentejo, Serpa, Topónimo de Serpa, a Chebria

 

Da Tradição – Notas Históricas acerca de Serpa, do Conde de Ficalho (1900):
É Sheberina ou Cheberina identifica-se satisfatoriamente com Serpa. A tomada de Serpa, segundo os documentos cristãos, concorda plenamente com a Chebrina, segundo os árabes; e os dois nomes não são tão diversos como à primeira vista poderia parecer.
A palavra Serpa, adoptada pelo árabes dava naturalmente Cherba: primeiro porque o “s” inicial é frequentes vezes representada pelo “chin”, como em “Chantarem” Santarém, em “Chant-iacub” de Sant’Iago; segundo, porque o “p” medial falta no alfabeto árabe e é substituído pelo “b”. De Cherba teríamos Chebra por uma simples transposição de consoantes, habitual entre os mouros pouco letrados …
Nos tempos antigos, a palavra tomava muitas vezes entre cristãos a forma Serpia, que encontramos, por exemplo na inscrição do Marmeral do princípio do século XVL e em vários documentos anteriores; e esta forma daria em árabe – Chebria…
Mes compadres e minhas comadres, no presente, é apenas Indicado as semelhanças, deixando aos arabistas, pois que certamente, o cuidado de resolverem cientificamente este ponto.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Bom Dia Alentejo, a Aldeia da Mata, Casa Museu de Aldeia da Mata, o concelho do Crato

 








 


É compadres e minhas comadres, a terra de Aldeia da Mata. A vossemecês se dirá, uma Freguesia no Concelho do Crato. Casa que foi assim pertencente ao Reverendo Padre Belo.
Uma casa que pretende dar a conhecer, todo o espólio artístico pessoal que o mesmo foi adquirindo, não só como colecionador de Arte, mas como apreciador.
Acervo do museu compadres, recolhido durante anos pelo Padre Belo, conta também com pinturas, presépios e outras peças de cerâmica...
Fonte: João Mendes, o blogue, “O Melhor Alentejo do Mundo”