terça-feira, 1 de março de 2016

Bom Dia Alentejo, Fonte, Fonte das Seis Bicas, a terra do Alandroal


A mas ao fundo de uma rua desta terra, desta terra de Alandroal, compadres e minhas comadres uma rua com as cores das laranjeiras, ergue-se a Fonte da Vila, com a idade do séc. XVIII, de mármore branco, a que os compadres eles prestam uma homenagem a ela, assim do tipo em uma quadra:
“Linda cidade de Elvas/ Tem Badajoz defonte/ Mais bonito é Landroal/ Que tem seis bicas na fonte”.
A mas que venham lá daí compadres e minhas comadres, a mas que venham lá daí…
 
Localiza-se esta fonte, num ponto central da vila do Alandroal, na Praça da República, onde se realizam também os mercados periódicos.
Tem  arquitectura barroca compadres, possui um brasão do século XVIII, ladeado por duas esculturas, cada uma com uma inscrição.
Pois que na da esquerda está inscrito “Aqui chora Tetis: Para que te lastimas, viandante sitibundo? Ela que te ama verte lágrimas para que te rias. Bebe", enquanto na direita pode ler-se “Aqui o Deus que reina sobre as águas abriu as bocas do mar para que fuja do peito a cruel sede de Tântalo".
As seis bicas da fonte, compadres e minhas comadres,  representadas por cabeças de leões, denominam-se por Bica das Feiticeiras, Santo António, Reis, Namorados, São Pedro e São João.
Fonte: acasadoconhecimento.blogs.sapo.pt

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Bom Dia Alentejo, Flor da Rosa, Coreto de Flor da Rosa, a que uma aldeia no concelho do Crato

 

Tivemos pena.
Compadres e minhas comadres, o compadre diz a vossemecês, ele teve mesmo muita pena. Não conseguiu um compadre, - que terrível lá fogo - ele arranjar informação sobre a história do mesmo.
Mas compadre pensa, ele diz a vossemecês, é de uma construção muita recente, a história lá deste coreto…
Foto: entretejodiana.blogs.sapo.pt/tag/coretos

Bom Dia Alentejo, Odemira, Moinho de Odemira, 1874 a data

 
 


É pois compadres e minhas comadres, no Cerro dos Moinhos Juntos, pode-se observar o Moinho de Vento de Odemira, que pelo seu valor paisagístico, ele  constitui um verdadeiro ex-libris da vila de Odemira.
#drop-caps-56d3a5c4d5ead {background-color:#236e79 !important;}#drop-caps-56d3a5c4d5ead {padding:12px !important;}#drop-caps-56d3a5c4d5ead {color:#ffffff !important;}#drop-caps-56d3a5c4d5ead {fEste moinho, que provavelmente data de 1874, foi adquirido pela Câmara Municipal de Odemira em 1989. Depois de restaurado, foi contratado um moleiro para que o moinho voltasse a laborar de forma tradicional, sendo usado actualmente pela população local que aí pode comprar farinha ou moer grão, pagando pelo serviço uma maquia de 15% sobre a quantidade do cereal.
Os potenciais pedagógicos e turísticos do moinho têm vindo a ser valorizados pela autarquia, sendo muitas vezes utilizado para visitas de estudo e elaboração de trabalhos de alunos de vários estabelecimentos de ensino.
Para visitas de grupo ou ao fim-de-semana, é necessário contactar as secções da Cultura ou Turismo da Câmara Municipal de Odemira…
Fonte: Câmara Municipal de Odemira

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Bom Dia Alentejo, Serpa, Topónimo de Serpa, a Chebria

 

Da Tradição – Notas Históricas acerca de Serpa, do Conde de Ficalho (1900):
É Sheberina ou Cheberina identifica-se satisfatoriamente com Serpa. A tomada de Serpa, segundo os documentos cristãos, concorda plenamente com a Chebrina, segundo os árabes; e os dois nomes não são tão diversos como à primeira vista poderia parecer.
A palavra Serpa, adoptada pelo árabes dava naturalmente Cherba: primeiro porque o “s” inicial é frequentes vezes representada pelo “chin”, como em “Chantarem” Santarém, em “Chant-iacub” de Sant’Iago; segundo, porque o “p” medial falta no alfabeto árabe e é substituído pelo “b”. De Cherba teríamos Chebra por uma simples transposição de consoantes, habitual entre os mouros pouco letrados …
Nos tempos antigos, a palavra tomava muitas vezes entre cristãos a forma Serpia, que encontramos, por exemplo na inscrição do Marmeral do princípio do século XVL e em vários documentos anteriores; e esta forma daria em árabe – Chebria…
Mes compadres e minhas comadres, no presente, é apenas Indicado as semelhanças, deixando aos arabistas, pois que certamente, o cuidado de resolverem cientificamente este ponto.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Bom Dia Alentejo, a Aldeia da Mata, Casa Museu de Aldeia da Mata, o concelho do Crato

 








 


É compadres e minhas comadres, a terra de Aldeia da Mata. A vossemecês se dirá, uma Freguesia no Concelho do Crato. Casa que foi assim pertencente ao Reverendo Padre Belo.
Uma casa que pretende dar a conhecer, todo o espólio artístico pessoal que o mesmo foi adquirindo, não só como colecionador de Arte, mas como apreciador.
Acervo do museu compadres, recolhido durante anos pelo Padre Belo, conta também com pinturas, presépios e outras peças de cerâmica...
Fonte: João Mendes, o blogue, “O Melhor Alentejo do Mundo”

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Bom Dia Alentejo, Azulejo, Estação, Estação de Comboio Marvão - Beirã

 
 





 



Fonte: comboios.org/forum/viewtopic.php?t=16029

Bom Dia Alentejo, a na terra de Santa Eulália, a no concelho de Elvas, a pedra que dança no chão

 
Foto: Facebook, Caminhos do Alentejo, Caeiro Maria Da Luz, ‎
Que depois fora da hora do serviço, http://aletradeumalentejo.blogspot.pt/search?q=Santa+Eul%C3%A1lia#.VtDJixbctdg que depois fora da hora de serviço, assim se vos dirá a vossemecês compadres e minhas comadres, assim  se dirá a vossemecês, já se lhe tinha apanhado um geomonumento ou assim talvez um bloco pedunculado, assim na terra de Santa Eulália, assim lá no concelho de Elvas.
Hoje, compadres e minhas comadres, dando seguimento no peito a que uma nobre causa, hoje eu que vos deixo mais um outro…