Fotos: José Caldeira Martins
Não há nada escondido que não venha a ser revelado, nem oculto que não venha a ser conhecido. Pois nada está oculto, senão para ser divulgado; e nada está mantido em secreto, senão para ser trazido à luz…
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
domingo, 7 de dezembro de 2014
Bom Dia Alentejo, Flor da Rosa, a Lenda de Flor da Rosa, Rosa que de amor ao amado morreu
Foto:http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/cc/Mosteiro_de_Flor_da_Rosa,_preto_e_branco.jpg
Havia
em tempos muitos antigos um pequeno lugarejo, onde vivia um cavaleiro de nome
ilustre, muito estimado por fidalgos e povo. Ora este cavaleiro adoeceu
gravemente e soube-se que poucos dias lhe restavam. Como era muito estimado,
iam-lhe levar presentes. Entre as pessoas que o visitavam, uma chamada Rosa
levou-lhe uma flor do seu nome. Foi para o cavaleiro a melhor visita e a mais
bela prenda, pois ROSA era sua noiva. Todas as pessoas esperaram a morte do
cavaleiro, mas o destino é por vezes traiçoeiro e foi ROSA que morreu, tendo-se
ele salvo. Desde esse dia, o cavaleiro era muitas vezes encontrado a chorar
junto da campa da sua noiva. Então os desgostos matam-no. Mas nos últimos
momentos da vida faz dois pedidos: Queria que a flor que ROSA lhe oferecera o
acompanhasse à sepultura e que fosse dado àquele lugar o nome de FLOR DA ROSA
em homenagem à sua amada.
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Fonte Valeriana, fotos e textos Vale de Peso
FONTE VALERIANA
Mandada fazer por Eusébio Valeriano de Mattos em 1876
CORRE ÁGUA POR UMA TELHA
FARTE-SE A CABRA, O BOI E A OVELHA...
E TAMBÉM TU Ó PASSAGEIRO
BEBE QUE ESTÁS PRIMEIRO
Esta fonte situa-se no antigo Caminho que levava os peregrinos, vindos de Cadiz, para Santiago de Compostela.
Pertence ainda à freguesia de Vale do Peso, perto da antiga povoação de "Pé-do-Rôdo", num monte que tradicionalmente tem sido agricultivado por alpalhoeiros, ganhando sucessivamente o nome do titular do momento: "Monte Valeriano", "Monte da Sra Olimpia" e agora "Monte do António Calhaço", mas permanecendo sempre o topónimo de "Monte do Rôdo".
Mais à frente, já na Freguesia de Alpalhão, receberia o outro Caminho vindo do sul, do litoral alentejano, formando um só, que subia para a Galiza. Ver mais
Mandada fazer por Eusébio Valeriano de Mattos em 1876
CORRE ÁGUA POR UMA TELHA
FARTE-SE A CABRA, O BOI E A OVELHA...
E TAMBÉM TU Ó PASSAGEIRO
BEBE QUE ESTÁS PRIMEIRO
Esta fonte situa-se no antigo Caminho que levava os peregrinos, vindos de Cadiz, para Santiago de Compostela.
Pertence ainda à freguesia de Vale do Peso, perto da antiga povoação de "Pé-do-Rôdo", num monte que tradicionalmente tem sido agricultivado por alpalhoeiros, ganhando sucessivamente o nome do titular do momento: "Monte Valeriano", "Monte da Sra Olimpia" e agora "Monte do António Calhaço", mas permanecendo sempre o topónimo de "Monte do Rôdo".
Mais à frente, já na Freguesia de Alpalhão, receberia o outro Caminho vindo do sul, do litoral alentejano, formando um só, que subia para a Galiza. Ver mais
Joé Caldeira Martins, texto e fotos https://www.facebook.com/jose.caldeiramartins?fref=ts
Bom Dia Alentejo, Avis, Apodo de Avis, terra do sapateiro e que do carpinteiro, o carpinteiro que foi juiz
FRACA JUSTIÇA DE AVIS – a propósito
deste apodo, - mês compadres e que minhas comadres – contam – campónios em
ditosa terra alentejana - a seguinte historieta: Há muito tempo, ouve em Avis
dois operários, um carpinteiro e um sapateiro, amigos inseparáveis, muito bons
homenzinhos.
O sapateiro – sabeis assim
amigos meus do mundo – era quase analfabeto e o carpinteiro tinha umas luzes. –
Assim, que eu estou a dizer a vossemecês – por ocasião de dificuldades em
arranjar Presidente da Câmara, foi nomeado para tal cargo o amigo carpinteiro
precisamente quando o juiz, que numa altura havia em Avis, estava de licença e
era o Presidente da Câmara que por lei o devia substituir.
Entre os casos que o
nosso amigo carpinteiro teve de julgar, sucedeu ser um do amigo sapateiro e
teve de condená-lo em boa pena. Ao fazê-lo, tomou o pau inerente do cargo que
desempenhava e perguntou sobranceiramente:
“O réu tem alguma coisa a alegar em sua defesa?” – Este respondeu-lhe – “Esteve V. Exa., senhor Doutor Juiz, tanto tempo “aplainar” a sua
consciência para dizer tal sentença!”
Foto:
Paulo Moreira, http://retratosdeportugal.blogspot.pt/search/label/Avis
Antigamente –
compadres meus e minhas comadres – para aquém do Tejo, a região estava dividida
em quatro circunscrições judiciais, sendo a de S. Bento de Avis, uma das maiores, que ia desde Coruche até Elvas. Por essa razão, muitas vezes os casos eram julgados muito à
priori acarretando com isso muitos erros judiciários, razão por que empregam a
frase Fraca JUSTIÇA DE… conforme a
circunscrição a que pertenciam.
Esta informação –
assim continua amigos meus do mundo, o compadre Alexandre de Carvalho Costa,
aqui das terras de Alagoa no norte alentejano – foi-me amavelmente prestada
pelo meu amigo António Fialho Sequeira Bugalho, residente na freguesia do
Ervedal, concelho de Avis, aqui há
uns bons trinta anos, deixando aqui publicamente, os meus sinceros
agradecimentos.
- Assim e depois para
terminar mes compadres e que minhas compadres, o referido -, também apodam-se
os de Avis de CÃES e costumam proferir – AVIS
É TERRA QUE DEUS NÃO QUIS – e eu como o ele o digo – isto apenas por causa
da rima e não por outra coisa – estou certo disso.
Fonte:
Alexandre de Carvalho Costa, Apodos Tópicos Alentejanos, Revista Cidade, Portalegre
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Bom Dia Alentejo, a Portalegre, Fonte do Jardim do Tarro, a vitória com um v da Vida
Construída
na década de 1960 – ai mes compadres e minhas comadres o sabeis lá – tem à sua
frente um pequeno lago que se pode atravessar em passadeiras circulares – a parecer
seda – ai amigos meus do mundo a quem pisa.
Foto:
Casimiro Carrajola, http://www.panoramio.com/photo/18435811
De
força que ela continua e que é de vida. Sempre a assapar a um todo o pano. Das
entranhas dela que sai o azul branco do céu. A fresquidão a pureza, os lábios a
boca do corpo de um homem e uma mulher, - ai meu Deus – a boca quando se aproxima,
a natureza como a toca, a leveza circula e caminha na cidade de Portalegre.
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Bom Dia Alentejo, Arronches, Apodo de Arronches, a um sabor fresquinho a Montado na planície
Terra
dos Porcos – compadres meus e minhas comadres – é assim apodada – esta graciosa
– esta - vila de Arronches.
Será
por existir na região muito montados servindo para a engorda do gado suíno. É
uma hipótese de aceitar… Ai foi assim meus compadres e minhas comadres, compadre diz assim a vossemecês, foi assim em Apodos Tópicos Alentejanos, na Revista Cidade e de Portalegre, o nosso compadre, Alexandre de Carvalho Costa, o compadre lá o disse...
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Bom Dia Alentejo, Galveias, Coreto de Galveias, o galo a uma laranja pézinho de dança começava
Foto:
Júlia Galego, http://reanimar-coretos-portugal.blogspot.pt/2012/01/coreto-de-galveias.html
Coreto muito
semelhante ao de Ponte de Sor, este foi projectado pelo Sr. Ambrósio Lobato.
Mandado construir
pela Junta de Freguesia de Galveias, sua actual proprietária, foi inaugurado a
20 de Agosto de 1978.
O seu espaço
octogonal com 3m de lado é escolhido para as comemorações do 25 de Abril, para
as festas de Julho e ainda para animação dos bailes populares.
Construído em
alvenaria – assim minhas comadres e meus compadres – e marmorite branco. Seu
pavimento apresenta-se à altura de 1,80m do solo, em marmorite vermelho.
A cobertura – pois
assim então meus compadres -, à semelhança da do coreto de Ponte de Sor, é uma
placa de cimento armado, apoiada em quatro pilares de cimento, com o mesmo tipo
de acesso e gradeamento todo em redor.
Apresenta o referido
coreto – pois eu vos diga compadres – electrificação central e em bom estado de
conservação.
Fonte:
Coretos do Norte Alentejano / Maria de Lurdes Ferreira Serra
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