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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Bom Dia Alentejo, o cemitério alentejano, costumes deixados pelos árabes, a carne não quer ficar mesmo no chão

 
Wadi-al-Salaam - Iraque
  Wadi-al-Salaam - Iraque
  Monastir - Tunísia
  Lápide - Amareleja
Campas antigas - Amareleja
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Lápide - Amareleja
Novas campas - Amareleja
Caminho principal - Amareleja
Lápide antiga - Granja
Campa antiga – Granja
Jazigo familiar - Granja
Azulejaria - Granja
Poema - Granja
Vista superior - Granja
Campa antiga - Granja
Pormenor do fechamento - Granja
Pormenor do interior - Granja
Jazigo recente - Granja
 Wadi-al-Salaam, que significa Vale da Paz, é um cemitério islâmico localizado em Najaf (Iraque) e é considerado o maior cemitério do mundo.
Na margem esquerda do Guadiana, Granja e Amareleja são pequenas vilas alentejanas onde os idosos não querem ser sepultados debaixo da terra. São costumes deixados pelos árabes.
A quase ausência de símbolos religiosos, o uso dos azulejos e as campas “em altura” fora do chão, distinguem este ritual fúnebre alentejano de outras zonas de Portugal.
Como dizia Brito Camacho, “pelos seus usos e costumes o Alentejo não é uma região, é um país".
Fonte: Imenso Sul,  “imenso-sul-alentejo.blogspot.pt”
 

 


 




domingo, 17 de janeiro de 2016

Bom Dia Alentejo, a Necrópole do Monte do Pardieiro, a São Martinho das Amoreiras, a Corte Malhão

 

A necrópole do Monte do Pardieiro é um monumento funerário construído durante a lª Idade do Ferro, entre os séculos VII e V a.C.
Os onze túmulos que o compõem são de planta rectangular e estrutura variada: existem construções maciças que cobrem completamente a fossa, aberta na rocha, onde se inumou o cadáver; sepulturas de câmara simples ou composta e túmulos cujo exterior é escalonado.
A importância dada aos indivíduos aqui sepultados era testemunhada pelas oferendas funerárias aqui deixadas (colares de contas de vidro, algumas armas de ferro e peças de cerâmica decorada), quer pelas três lápides com a ainda decifrada Escrita do Sudoeste.
Foto: ““ironageportugal”

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Bom Dia Alentejo, Castelo de Vide, necrópole de Santo Amarinho, para a pradaria terra alentejana fazia


Do Periodo Medieval Cristão – mes compadres e minhas comadres – um conjunto de 16 sepulturas escavadas no solo, de forma trapezoidal cobertas com lajes de granito, orientadas a Nascente-Poente, na sua maioria sem espólio.
Para além destas sepulturas, atribuíveis ao período medieval, este local teria sido utilizado (também como necrópole) em período anteriores, nomeadamente romano. A confirmá-lo, identificou-se uma inscrição funerária datável do século I.

Foto e Fonte: Emílio Moitas, http://www.panoramio.com/photo/1253297
- É mes compadres e minhas comadres - esta necrópole de Santo Amarinho (Alta Idade Média - séc. VI-VII), constituída por quinze sepulturas de adultos e uma criança, e encontra-se em razoável estado de conservação e é, até ao momento, um dos maiores cemitérios do género encontrados no concelho.
As sepulturas são de inumação individual, são rectangulares e trapezóides e foram constituídas obedecendo à orientação nascente-Poente (pés-cabeça).
Escavada em 1974 por Maria da Conceição M. Rodrigues, foram exumados diversos recipientes cerâmicos que, no momento do enterramento, eram habitualmente depositados à cabeceira da sepultura". 

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Bom Dia Alentejo, Alter do Chão, Sepultura da Necrópole Tardo-Antiga da Quinta da Cerca, a Moura andou por lá

A inserção destas sepulturas num contexto mais amplo é difícil de estabelecer, por motivos vários, sendo os mais relevantes, por um lado a pouca importância atribuída a estes monumentos, carecendo, por isso, de um adequado tratamento estatístico em termos morfológicos, tipológicos e/ou distributivos; e por outro lado a deficiente e dispersa produção bibliográfica de que tem sido objecto esta área do Alto Alentejo.
Revista Cidade, Junho/Julho de 1983, Portalegre

As sepulturas antropomórficas, preferencialmente rasgadas em afloramentos graníticos (são conhecidas algumas dessas tumulações rupestres abertas em xistos, embora bastante mais raras), surgem disseminadas um pouco por todo o país, quer isoladas, quer formando vastos conjuntos que constituem autênticas necrópoles.
O facto de se apresentarem sistematicamente violadas, esvaziadas portanto do seu significado último, aliado ao facto de serem, na sua esmagadora maioria, absolutamente anepígrafes, tem levantado dificuldades à sua datação. Há no entanto, referências à utilização de uma simbólica cristã (sinais cruciformes), gravada na sua face exterior.

Actualmente podemos considera-las, em termos cronológicos, como da Alta Idade Média, mais concretamente entre os séculos VIII e XI, tendo o director do Instituto de Arqueologia Alemão de Madrid adiantando que as mesmas são de fábrica Moçárabe, isto é, tumulações cristãs do período de ocupação muçulmana do ocidente peninsular.
“Actas do 1.º Encontro de História Regional e Local do Distrito de Portalegre, 24 a 27/9/1987 – Centro de Recursos e Animação Pedagógica (CRAP) da Escola Superior de Educação de Portalegre”.


Sepultura da Necrópole Tardo-Antiga da Quinta da Cerca (Alter do Chão, Portugal), datada do séc. VII-IX. O adulto é do sexo masculino e tem uma criança deitada sobre o seu corpo. E assim, amigos meus do mundo, e assim, notícia a encontrei,  link, https://www.facebook.com/photo.php?fbid=654242914630467&set=a.262939623760800.69012.100001342941971&type=1&theater, página da amiga, a da amiga “Arqueologia Alter Do Chão”.
Para terminar, vos direi que fiquei contente. Deixai-me exprimir amigos meus do mundo, um estado grato de satisfação, a minha que a pessoal. Ao fim dos anos, a primeira que vejo assim, vos direi que ela está completa. Um património muito rico, de norte a sul deste país adiado, a dar como um pau, que ele tão abundante e que tão salteado...